sexta-feira, 29 de maio de 2009

9º Ano ( 8ª Série )

O que significa ser jovem?
1- Uma fase da vida que vai dos 12 aos 18 anos.
2- Um período de crises pessoais.
3- Um período de transição entre a infância e a vida adulta.
4- O momento mais importante da minha vida, de aproveitar o máximo que puder.
5- Uma fase que eu gostaria que passasse o mais rápido possível.
6- O momento de começar a ter responsabilidades e pensar sobre o que fazer no futuro.
7- Um maravilhoso momento de rebeldia e contestação ao mundo dos adultos.
O que é a História?
1- Uma disciplina escolar e nada mais.
2- Uma fonte de emoções e de aventuras que fascina e estimula minha imaginação.
3- Uma chance para que eu aprenda a partir dos insucessos e sucessos dos outros.
4- Alguma coisa de morte e de passado, que nada tem a ver com a minha vida atual.
5- Um certo número de exemplos instrutivos daquilo que é bom ou mau, bondade ou maldade.
6- É aquilo que mostra os antecedentes do modo de vida atual e explica os problemas de hoje.
7- Uma acumulação de crueldades e de catástrofes.
8- Um meio de aprender minha própria vida como parte da mudança histórica.
Historiar – Fazendo,Contando e narrando aHistória – SP 2005 - Dora Schmidt


ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Lei 8.069, de 13 de julho de 1990.
(...)
Art. 2.º Considera-se criança, para os efeitos desta lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.


O IMPERIALISMO
Durante o século XIX a industrialização se generalizou na Europa, estimulando o progresso técnico e a concorrência.
Os investimentos precisavam ser cada vez maiores. As pequenas empresas eram engolidas pelas maiores, ocorrendo uma formidável concentração de capital e surgindo poderosos grupos econômicos.
Com a ascensão burguesa ao poder o Estado se identificou cada vez mais com os interesses capitalistas, determinando a política interna e externa dos países europeus.
Por isso a competição entre as empresas se refletia na rivalidade entre as potências.
As unificações alemã e italiana e a emergência industrial dos Estados Unidos e do Japão acirraram essa rivalidade.
Mercados para escoar a produção cada vez maior, matérias-primas para as indústrias e novas oportunidades para investimentos lucrativos eram as necessidades do capitalismo que explicam o novo colonialismo, também conhecido como imperialismo.
Ele consiste, basicamente, no controle de vastas áreas do globo pelas potências industriais.
Nas áreas habitadas por sociedades tribais esse controle se dava através da ocupação por colonos europeus e pela implantação de uma administração colonial. Isso ocorreu, principalmente, na África.
Outra forma de dominação foi através dos protetorados. Impunha-se aos governos locais um aparato administrativo e militar que passava a ser o verdadeiro poder.
Foi comum também a imposição de tratados econômicos que davam grandes vantagens às empresas dos países imperialistas.
Outra forma de controle era através da manipulação dos preços internacionais de produtos primários, de empréstimos e investimentos em áreas estratégicas nos países da área colonial: transporte, mineração... Isso ocorreu principalmente na América Latina.
Atividades c/ mapas de História 4: Moderna e Contemporânea / Diva Felipe O imperialismo reorganizou o espaço mundial segundo os interesses das potências industriais. Mas essas potências nunca estavam satisfeitas e olhavam com inveja os domínios uma das outras. Era o prenúncio de uma guerra de grandes proporções.


Responda
a. Quais são os interesses capitalistas que explicam o imperialismo?
b. Defina imperialismo.


O coronel


Socialmente o coronel exerce uma série de funções que o fazem temido e obedecido, o que ele deve aos seus dotes pessoais, e não ideológicos. É o chefe do clã, título que engloba “não só a família que lhe segue e obedece as pegadas mais próximas, mas o cabroal que vive em função do seu prestígio, da sua força, do seu dinheiro”. Aos agregados, ele dispensa favores: dá-lhes terras, tira-os da cadeia e ajuda-os quando doentes; em compensação exige fidelidade, serviços, permanência infinita em suas terras, participação nos grupos armados etc. Aos familiares e amigos ele distribui empregos públicos, empresta dinheiro, obtém créditos; protege-os das autoridades policiais e jurídicas; ajuda-os a fugir dos compromissos fiscais do Estado etc.
Adaptado de Edgard Carone. A República Velha; instituições e classes sociais, 2. ed., São Paulo, Difel, 1972.




a) O que engloba o título chefe do clã, dado ao coronel? A família e todos aqueles que vivem em função do seu prestígio, da sua força, do seu dinheiro.


b) Que tipo de favores o coronel dispensa a seus agregados? O que exige em troca? Dá-lhes terras, tira-os da cadeia e ajuda-os quando doentes. Exige em troca fidelidade, serviços, permanência em suas terras, participação nos grupos armados etc.
História do Brasil Francisco de Assis Silva Caderno de ativ. Pág. 31
O coronelismo

O coronelismo dominou no Brasil principalmente durante a Primeira República (1889-1930). Mas, ainda hoje existem na política brasileira certos traços do coronelismo.
Veja no texto abaixo como funciona o coronelismo e o que mudou ou não mudou em relação à política dominante no tempo dos coronéis.

O coronelismo, que teve forte influência na vida do país, da proclamação da República até por volta de 1930, tinha como traço fundamental a concentração da propriedade da terra em mãos de poucos, de quem dependia inteiramente a massa de trabalhadores rurais, que vivia em precárias condições.
Com base nesse fato se estabelecia o seguinte círculo vicioso, pelo qual os mesmos grupos se perpetuavam no poder: o coronel era dono dos votos dos seus dependente/com esses votos garantiam a eleição das autoridades nas esferas estadual e federal/os eleitos, por sua vez, favoreciam os municípios através da intermediação dos chefes locais/que assim continuavam a ter o comando do eleitorado.
O coronelismo foi mais poderoso nas regiões mais isoladas, menos urbanizadas, mais distantes e atrasadas do país. Da mesma forma, hoje, os resíduos dele persistem mais nas regiões que reúnem as condições citadas.
De um modo geral é certo que estão presentes na vida do país, ainda hoje, alguns componentes do coronelismo. Porém, muita coisa mudou bastante. Vejamos isso em resumo:
1) A maior parte da população que outrora vivia no campo, hoje se concentra nas cidades. Isso reduz muito a dependência do trabalhador em relação ao seu patrão, apesar de ainda persistir a divisão entre poucos ricos e muitos pobres;
2) A partir de 1932, a legislação eleitoral vem sendo aprimorada. Algumas medidas garantem resultados mais honestos. Uma das principais é o voto secreto;
3) Há hoje tribunais eleitorais e uma justiça eleitoral específica e razoavelmente independente. De seu lado a polícia pouca interferência tem no processo eleitoral;
4) É inegável a existência, ainda hoje, da barganha de favores entre o poder municipal e o governo estadual. Prova disso é que, mal empossado, o novo governador dá início ao festival de distribuição de cargos públicos em pagamento do apoio recebido. Outra prova é a forma de pensar do eleitorado nas eleições municipais: acredita na vantagem de votar no candidato que “reza na cartilha do governador”, como único meio de conseguir benefícios para a cidade;
5) Isso também prova que o município continua sendo pobre e, por isso, dependente, em virtude de uma injusta distribuição da receita tributária: a “parte do leão” ainda fica para o Estado e a União;
6) Com o aumento da população, o direito de voto dado ao analfabeto e a mulher, o voto obrigatório, o número de eleitores cresceu muito. Isso também torna muito mais difícil o controle e a manipulação dos resultados;
7) Os meios de comunicação de massa, jornais, rádio e, principalmente, a televisão, têm uma força muito grande na formação da opinião do eleitor. Os candidatos empregam grandes fortunas nas suas campanhas, em propaganda, em doações para grupos e pessoas, em brindes, etc. Desse modo, os resultados, antes falseados pela fraude, hoje são fortemente determinados pela fortuna despendida pelos candidatos.
(Rodolpho Telarolli. Programa de qualificação do Ensino de História no 1º grau. Araraquara, Unesp, caderno 12. p. 14)


Atividades sobre o texto
1- Qual o círculo vicioso do coronelismo pelo qual os mesmos grupos se perpetuavam no poder durante a Primeira República?
2- Em relação à população e ao sistema eleitoral da Primeira República, o que mudou?
3- Que características da organização política do Brasil atual são semelhantes às da Primeira República?
Pilletti, Nelson
História e vida integrada : livro do professor /
Nelson Piletti, Claudino Pilleti. –Nova ed. reform.
E atua. – São Paulo : Ática, 2005 (Pág. 42)

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

O principal motivo para o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi a rivalidade entre as nações imperialistas. Em nome dos ideais nacionalistas, os soldados se trucidaram nos campos de batalha.
A burguesia sonhou com os lucros, mas a guerra trouxe a realidade da fome, da desgraça e da morte para os trabalhadores.
A entrada dos Estados Unidos da América (EUA) no conflito (1917) decidiu a guerra a favor da França e da Inglaterra. No final, os EUA saíram como a maior potência econômica mundial. Estava começando o século XX.

As guerras podem acontecer por várias razões. Mas, com certeza, o motivo econômico foi decisivo para a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). O interesse dos governos dos países imperialistas em dominar áreas e mercados, além das chances de lucro dos grandes monopólios, empurraram para o campo de batalha milhões de homens embriagados com os ideais de “patriotismo”.
Mário Schmidt
Nova História Crítica
Pág. 22 - 23

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918)

A Primeira Guerra Mundial foi decorrência, antes de tudo, das tensões internacionais advindas das disputas por áreas coloniais. Dos vários fatores que desencadearam o conflito destacaram-se o revanchismo francês, a Questão da Alsácia-Lorena, a Questão Marroquina e a Questão Balcânica.
A Alemanha, após a unificação política, passou a reivindicar áreas coloniais e a contestar a hegemonia internacional inglesa, favorecendo a formação de blocos antagônicos. Constituíram-se, assim, a Tríplice Aliança, formada pela Alemanha, Áustria-Hungria e Itália, e a Tríplice Entente, composta pela Inglaterra, França e Rússia.
Os blocos rivalizavam-se política e militarmente, até que, em 1914, surgiu o motivo imediato que fez eclodir a Primeira Guerra Mundial: o assassinato do herdeiro do trono austro-húngaro, na cidade de Sarajevo, capital da Bósnia. À declaração de guerra da Áustria à Sérvia seguiram-se outras, formando-se assim o bloco Aliado, com os países de Entente, e o bloco Alemão ou das Potências Centrais.
O conflito iniciou-se como uma guerra de movimento para depois transformar-se numa guerra de trincheiras. Em 1917 os Estados Unidos entraram na guerra ao lado dos Aliados, enquanto, no mesmo ano, a Rússia, em meio á Revolução Bolchevique, retirava-se.
Os reforços norte-americanos foram suficientes para acelerar o esgotamento do bloco Alemão, até que, em novembro de 1918 a Alemanha assinou sua rendição. No ano seguinte foi assinado o Tratado de Versalhes, que estabeleceu sanções à Alemanha e a criação de um organismo internacional ao qual caberia zelar pela paz mundial. Considerando apenas três dos 14 pontos propostos pelo presidente Wilson, o Tratado de Versalhes determinou punições humilhantes aos alemães, semeando o revanchismo que, anos depois, desencadearia um confronto de conseqüências ainda mais desastrosas.
A Primeira Guerra provocou uma profunda alteração na ordem mundial: os Estados Unidos emergiram como principal potência econômica internacional, suplantando a tradicional hegemonia européia; novas nações surgiram do desmembramento do Império Austro-húngaro e Turco; e surgiu um novo regime de inspiração marxista na Rússia.
As duras marcas deixadas pela guerra motivaram diversas crises econômicas e políticas nos 20 anos seguintes, forjando as razões para o início de uma guerra ainda mais terrível: a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945).

Por que os homens fazem as guerras? Por que matar pessoas que nunca viram antes? Por que os indivíduos aceitam partir para o campo de batalha apesar de saberem que a maioria não voltará viva? Que tipo de heroísmo e glória há em fazer com que tantas crianças fiquem órfãs, tantos pais percam seus filhos queridos, tantas mulheres fiquem viúvas? Perguntas...
Mário Schmidt
Nova História Crítica
Pág. 22 - 23

A CRISE DE 1929

Os economistas e professores universitários norte-americanos Hunt e Sherman analisaram a crise de 29 nos EUA. Observe que os autores têm uma postura bem crítica em relação à sociedade capitalista:

“(...) o produto industrial norte-americano cresceu continuamente durante a década de 1920, alcançando níveis sem paralelo em todo o mundo. (...) Essa era de prosperidade e abundância econômica foi subitamente interrompida, em 24 de outubro de 1929. Nesse dia, que ficou conhecido como ‘a quinta-feira negra’, o valor dos títulos negociados na bolsa de Nova York iniciou uma trajetória descendente, abalando profundamente todos os negócios. Os empresários, atemorizados e descrentes, efetuaram cortes drásticos na produção e nos investimentos. A conseqüência disso foi o declínio da renda nacional e o desemprego em massa, o que, por sua vez, minou ainda mais a confiança na economia. Enquanto perdurou esse círculo vicioso, milhares de corporações faliram, milhões de trabalhadores foram para a rua. (...) Cerca de um quarto das pessoas viu-se privado dos meios necessários para garantir a sobrevivência. (...) Particularmente duros foram os efeitos da crise para os negros e outros grupos minoritários. (...)
O que provocara redução tão drástica da produção de bens e serviços? Recursos naturais havia em tanta abundância quanto antes. O país conservava a mesma quantidade de fábricas, ferramentas e máquinas. A população não perdera sua capacidade de trabalho, tampouco seu desejo de trabalhar. Ainda assim, milhões de trabalhadores e suas famílias mendigavam, roubavam ou engrossavam longas filas para obter uma ninharia qualquer a título de caridade. Enquanto isso, milhares de fábricas permaneciam paralisadas ou operavam muito abaixo de sua capacidade. A explicação deve ser procurada nas instituições do sistema capitalista. As fábricas poderiam ser reabertas para que os homens voltassem a trabalhar. Não foram, porque não era lucrativo para os empresários reabri-las. Em uma economia capitalista, as decisões concernentes à produção baseiam-se, antes de tudo, no princípio do lucro, não nas necessidades do homem. (...)
A causa socialista ganhou muitos adeptos na década de 1930. Enquanto o mundo capitalista debatia-se no que foi talvez sua mais violenta depressão, a economia soviética crescia em ritmo acelerado.”
(SHERMAN, Howard J. & SHERMAN, E. K. História do pensamento econômico. 2º ed. Petrópolis: Vozes, 1978, pp. 164-166.)

A partir do que é apresentado pelos autores do texto acima, procure responder:


1- Durante a década de 20, a economia dos EUA apresentou algum desenvolvimento?
2- Quando o valor das ações na bolsa de valores começou a cair, em 1929, o que fizeram os empresários em relação aos investimentos e à produção?
3- Se um empresário investe menos e diminui a produção de suas empresas, ele mantém os empregados ou os despede?
4- Suponha que um empresário tenha uma fábrica de pneus. Se houver uma crise na produção de automóveis, sua fábrica continuará vendendo a mesma quantidade de pneus de antes?
5- Compare a situação dos operários brancos com a dos operários negros nos EUA durante a crise.
6- Depois da crise de 29, os recursos naturais (quantidade de matéria-prima e de energia disponíveis), a quantidade de fábricas e equipamentos industriais e o número de trabalhadores prontos para o serviço tinham diminuído?
7- Por que as fábricas não eram reabertas?
8- Durante a Grande Depressão, a partir de 1929, a economia de todos os países capitalistas viveu grandes dificuldades. Na mesma época, como era o desempenho econômico da URSS?


Respostas
1- Nos anos 20 o crescimento da economia norte-americana foi espetacular.
2- Apavorados com a crise, os empresários começaram a cortar os investimentos e a produção.
3- Despede. Esse é um dos efeitos imediatos da crise: o desemprego.
4. Claro que não. Ele não produzirá pneus que não poderá vender.
5. Os negros sofreram com a crise mais do que os brancos. Por preconceito racial, os patrões demitiam primeiro os negros e só depois os brancos. Além disso, em média, os salários dos negros eram inferiores aos dos brancos.
6. De modo algum. As fábricas, as máquinas e as matérias-primas continuavam abundantes. Havia fábricas completas que estavam fechadas Também havia muitos trabalhadores desempregados, prontos para entrar na fábrica e mover as máquinas.
7. A crise impedia que as fábricas fossem reativadas. Afinal, de que adiantaria produzir se não haveria como vender?
8. A URSS vivia um crescimento econômico espetacular e o desemprego praticamente não existia. Como a economia da URSS não era capitalista, não estava sujeita às oscilações do mercado. A produção era planificada pelo Estado e portanto não havia risco de superprodução. Além disso, o comércio da URSS com o resto do mundo era pequeno esse isolamento também contribuiu para que o país não sentisse os efeitos da crise mundial.

Schmidt, Mario Furley
Nova história crítica / Mario Furley Schmidt.
-- São Paulo ; Nova Geração, 1999 (P.122 e 123)

O Estado novo e a Segunda Guerra Mundial

De 1939 a 1945, o mundo foi abalado pela Segunda Guerra Mundial. Dois grandes grupos de nações se enfrentavam: de um lado, as potências do Eixo (Alemanha, Itália e Japão); do outro, as potências Aliadas (lideradas pela Inglaterra, Estados Unidos e União Soviética).
Getúlio Vargas procurou manter o Brasil em posição de neutralidade e, com isso, tirar proveito do conflito mundial para obter vantagens econômicas para o país. Em seu ministério, havia tanto simpatizantes das potências do Eixo (como o ministro da Justiça Francisco Campos) como defensores das potências Aliadas (como o ministro do Exterior Oswaldo Aranha).
A partir de 1941, o Brasil passou a fazer acordos apoiando os Aliados.
Em troca de seu apoio, o governo Vargas conseguiu arrancar dos Estados Uni­dos grande parte do financiamento que necessitava para a construção da Usina de Volta Redonda, obra de grande importância para a industrialização do país. De sua parte, o Brasil comprometeu-se a fornecer borracha e minério de ferro para os Aliados e permitiu que militares norte-americanos fossem enviados para bases militares instaladas no nordeste.
A Alemanha logo reagiu à cooperação do Brasil com os Aliados. Entre fe­vereiro e agosto de 1942, submarinos alemães torpedearam nove navios brasilei­ros, afundando-os e matando mais de 600 pessoas. A agressão militar nazista provocou indignação nacional. Multidões se reuniram em várias capitais pedin­do guerra e vingança contra os alemães.
Em 31 de agosto de 1942, Getúlio declarou guerra às potências do Eixo, e, aos poucos, o Brasil começou a preparar um plano para enviar soldados brasilei­ros aos campos de batalha.
Em 1944, partiram para a guerra as primeiras tropas da FEB - Força Ex­pedicionária Brasileira. Comandada pelo general Mascarenhas de Morais, a FEB deslocou para a Itália mais de 25 mil soldados, que participaram de diversas ba­talhas como as de Monte Castelo, Castelnuovo, Collechio e Fornovo.
História e Consciência do Brasil - Gilberto Cotrim
2º grau -7ª edição – 1999 Editora Saraiva

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