terça-feira, 2 de agosto de 2016



Um conto para a primeira aula de História
Publicado em Ensino de História Por Joelza Em janeiro 28, 2015
Primeira aula de História do 6º ano: alunos crianças (ou pré-adolescentes como eles dizem) com uma mente cheia de fantasia e pouca abstração. Como introduzir o ensino de História? Um recurso eficiente é o conto, o mito e a lenda. Eles dialogam com o imaginário, falam ao coração e ficam gravados na memória do aluno. Reproduzo aqui um dos meus contos preferidos: o dos cegos e o elefante. É uma bela metáfora para refletir sobre o que é verdade.
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Há muitos anos vivia na Índia um rei sábio e muito culto. Já havia lido todos os livros de seu reino. Seus conhecimentos eram numerosos como os grãos de areia do Rio Ganges. Muitos súditos e ministros, para agradar o rei, também se aplicaram aos estudos e às leituras dos velhos livros. Mas viviam disputando entre si quem era o mais conhecedor, inteligente e sábio. Cada um se arvorava em ser o dono da verdade e menosprezava os demais.
O rei se entristecia com essa rivalidade intelectual. Resolveu, então, dar-lhes uma lição. Chamou-os todos para que presenciassem uma cena no palácio. Bem no centro da grande sala do trono estavam alguns belos elefantes. O rei ordenou que os soldados deixassem entrar um grupo de cegos de nascença.
Obedecendo às ordens reais, os soldados conduziram os cegos para os elefantes e, guiando-lhes as mãos, mostraram-lhes os animais. Um dos cegos agarrou a perna de um elefante; o outro segurou a cauda; outro tocou a barriga; outro, as costas; outro apalpou as orelhas; outro, a presa; outro, a tromba.
O rei pediu que cada um examinasse bem, com as mãos, a parte que lhe cabia. Em seguida, mandou-os vir à sua presença e perguntou-lhes:
– Com que se parece um elefante?
Começou uma discussão acalorada entre os cegos.
Aquele que agarrou a perna respondeu: – O elefante é como uma coluna roliça e pesada.
– Errado! – interferiu o cego que segurou a cauda. – O elefante é tal qual uma vassoura de cabo maleável.
– Absurdo! – gritou aquele que tocou a barriga. – É uma parede curva e tem a pele semelhante a um tambor.
– Vocês não perceberam nada – desdenhou o cego que tocou as costas. – O elefante parece-se com uma mesa abaulada e muito alta.
– Nada disso! – resmungou o que tinha apalpado as orelhas. – É como uma bandeira arredondada e muito grossa que não para de tremular.
– Pois eu não concordo com nenhum de vocês – falou alto o cego que examinara a presa. – Ele é comprido, grosso e pontiagudo, forte e rígido como os chifres.
– Lamento dizer que todos vocês estão errados – disse com prepotência o que tinha segurado a tromba. – O elefante é como a serpente, mas flutua no ar.
O rei se divertiu com as respostas e, virando-se para seus súditos e ministros, disse-lhes:
– Viram? Cada um deles disse a sua verdade. E nenhuma delas responde corretamente a minha pergunta. Mas se juntarmos todas as respostas poderemos conhecer a grande verdade. Assim são vocês: cada um tem a sua parcela de verdade. Se souberem ouvir e compreender o outro e se observarem o mundo de diferentes ângulos, chegarão ao conhecimento e à sabedoria.
                                 Conto do budismo chinês. Extraído de DOMINGUES, Joelza Ester. História em Documento. Imagem e texto. São Paulo: FTD, 2012.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

OS CAMINHOS DA DEMOCRACIA




A formação da democracia
Mas quem era considerado cidadão em Atenas? Nem todos os habitantes da cidade eram tidos como cidadãos. Podiam participar da vida pública apenas aristocratas, comer­ciantes, artesãos e pequenos proprietários; estavam excluí­dos os estrangeiros, os escravos, as mulheres, entre muitas outras pessoas. Ao todo, 90% da população encontrava-se excluída.
A implantação da democracia em Atenas foi um processo longo. Nesse processo foram decisivas as medidas adotadas nos governos de Clístenes e Péricles.
No governo de Clístenes, foi implementada uma reforma política que criou a igualdade de participação entre os cida­dãos, independentemente da origem social ou da riqueza de cada um. Todos os cidadãos também passaram a ter o direito de atuar na administração da cidade: participando das Assembléias ou sendo sorteados para ocupar cargos públicos.
No governo de Péricles, as medidas procuraram ampliar ainda mais a participação política do cidadão. Aquele que atuava na administração da cidade, por exemplo, passou a ser remunerado. Com isso, procurava-se criar condições para os cidadãos mais pobres poderem integrar-se na vida pública da cidade.
A seguir, faremos um resumo das diversas formas de go­verno da Grécia antiga. leia com atenção e depois escreva um comentário para cada uma dessas formas de governo.
Monarquia. Forma de governo em que o rei governava sozinho ou com um conselho de nobres. O rei comanda­va o exército, era responsável pela justiça, além de exercer a função de sumo sacerdote. Essa forma de governo prevaleceu durante o período Homérico, após a formação das cidades-estados.
Oligarquia. Governo de poucos, geralmente formado por donos de terras.
Tirania. Governo de um único homem que assumia o po­der pela força. Freqüentemente tinha o apoio da popu­lação contra a aristocracia.
Democracia. Sistema no qual todos os cidadãos participa­vam da elaboração das leis por meio de uma espécie de Assembléia. Mulheres, crianças, escravos e estrangeiros não eram considerados cidadãos, por isso não tinham direito a tomar decisões políticas.


Piletti, Nelson
História e vida integrada : livro do professor /
Nelson Piletti, Claudino Piletti. – Nova ed. Reform.
E atual. – São Paulo : Ática, 2005 p. 114




Voto censitário ou sufrágio universal?
No século XIX, o direito de voto era uma questão polêmica. As mulheres e os pobres estavam excluídos dos direitos de cidadania: as mulheres eram considera­das dependentes dos homens, e os pobres eram tidos como despreparados para a cidadania. Para a burguesia liberal, tratava-se de um direito a ser conquistado por meio do trabalho e da poupança, não devendo ser entregue a todos. Eram, portanto, partidários do voto censitário restrito aos homens, ou seja, defendia que só poderiam votar aqueles que tivessem uma renda mínima, determinada pelas leis de cada país.
A proposta de vincular o direito de voto à renda apontava para o estabeleci­mento de grandes desigualdades de participação política. Em outras palavras, a igualdade civil e jurídica da sociedade européia encobria uma enorme desigualdadesocial e a discriminação sexual.
A luta pelo direito de voto de todos os cidadãos, independentemente do sexo ou da renda, o chamado sufrágio universal, atravessou todo o século XIX. Na maioria das nações este direito só foi conquistado no século XX.
Bate-papo
Quais os argumentos utilizados pela burguesia liberal do século XIX para justificar o voto censitário e restrito aos homens?
Qual a sua opinião sobre esse raciocínio?
Hoje, no Brasil, quem pode votar? Quem não pode votar?


Braick, Patrícia Ramos
História: das cavernas ao terceiro milênio/
Patrícia Ramos Braick, Myriam Becho Mota.-
2. ed. – São Paulo: Moderna, 2008 - p.129



POR TRÁS DO AUTORITARISMO...


Os governos autoritários deixaram suas marcas na evolução política dos Estados latino-americanos, desde a independência política na primeira metade do século XIX. A imaturidade dos governantes da América recém-independente escondia-se atrás de formas autoritárias de administração pública, responsável pela instabilidade política. Uma política aos moldes democráticos era cerceada pelas condições sociais que impunham uma rígida estratificação social. Ironia seria implantar um governo baseado no respeito aos direitos individuais, na igualdade e liberdade dos indivíduos, apesar de que, teoricamente, nas diversas Constituições elaboradas no momento da formação dos Estados, todos esses direitos estivessem presentes. A necessidade das elites latino-americanas de transpor as leis em benefício próprio, gerando reações populares, acabou levando ao fortalecimento do Executivo e conseqüentemente à implantação de ditaduras militares ao longo dos séculos XIX e XX, apoiadas por caudilhos, líderes político-sociais que comandavam o poder local e rural, semelhante em diversos aspectos ao "coronel" brasileiro, presente no período da República Velha. A montagem do Estado oligárquico na América Latina de colonização hispânica percorreu, na maioria das vezes, processos semelhantes à constituição do Estado brasileiro.
A crise desse modelo político coincidiu com o surgimento da burguesia industrial latino-americana no final do século XIX. A incipiente e fragilizada classe industrial passou a reivindicar uma parceria no poder público na intenção de ver garantidos alguns requisitos para o desenvolvimento da indústria. Apesar de não representar uma ameaça aos grandes proprietários, apresentou propostas no sentido de modernizar e não destruir o Estado oligárquico. Com o surgimento da indústria, novos atores passaram a atuar no cenário social latino-americano: o proletariado, grupo formado essencialmente por imigrantes, até a segunda década do século XX, no Brasil, Chile, Argentina e Uruguai, e por indígenas e mestiços que abandonaram o campo, na América andina. O êxodo rural associado, conseqüência da industrialização, abalou parcialmente as estruturas agrárias. Papel importante na desarticulação do Estado oligárquico foi desempenhado pelo fortalecimento dos grupos médios, que financiaram a urbanização, o crescimento do setor terciário, como a construção civil, a formação de profissionais liberais, fundação de bancos entre outras atividades urbanas. A modernização que assinalou o fim do século XIX e início do século XX abriu espaços para o surgimento das leis trabalhistas, para as reivindicações sociais dos trabalhadores e para inúmeros conflitos em busca da liberdade, tanto indígenas como liderados por grupos médios. O descontentamento com a crescente desigualdade social crescia, atingindo diferentes setores populares, exprimindo-se nas greves operárias, nas manifestações urbanas, onde uma elite intelectual pregava a revolução como meio de superar os problemas sociais, e nos levantes camponeses como na Revolução Mexicana de 1910.


Mota, Nyriam Brechó
História : das cavernas ao Terceiro Milênio:
Volume único / Myriam Becho Mota, Patrícia Ramos Braick.
- 1. ed. – São Paulo: Moderna, 1997. (pág. 424)


Mudanças político-administrativas


A gangorra do poder: centralizar x descentralizar
A história da administração colonial do Brasil apresenta duas tendências que se revezam alternadamente: tendência à centralização (unificação do gover­no) e à descentralização (divisão do governo).
A centralização é praticada quando a Metrópole quer controlar e fiscalizar melhor a Colônia. Já a descentralização é preferida quando a Metrópole preten­de ocupar regiões despovoadas, impulsionar o desenvolvimento local e adaptar o governo às necessidades dos colonos.
Assim, depois de praticar a centralização administrativa com os governos ­gerais, o rei de Portugal resolveu dividir a administração do Brasil em dois cen­tros: um ao norte e outro ao sul. O do norte, com sede na cidade de Salvador, ficou a cargo do conselheiro Luís de Brito de Almeida, que governou de 1573 a 1578. O do sul, com sede na cidade do Rio de Janeiro, ficou sob a responsabili­dade do desembargador Antônio Salema, que governou de 1574 a 1578. Todavia, em 1578, o rei de Portugal, não satisfeito com os resultados práticos da experiên­cia, decidiu voltar atrás e Salvador tornou-se, novamente, o único centro admi­nistrativo do governo do Brasil. Lourenço da Veiga foi enviado para cá e exerceu o cargo de governador até 1581, ano de sua morte.
Em 1580, devido a problemas de sucessão dinástica, Portugal passou a ser governado pelo rei da Espanha, Felipe II. Por conseqüência, o Brasil tornou-se parte do vasto reino espanhol. O domínio espanhol durou até 1640, quando D. João IV subiu ao trono português, inaugurando a dinastia de Bragança.
As câmaras municipais
A organização político-administrativa do Brasil tinha um caráter central, tendo por base o governo-geral. Entretanto, essa administração centralizada ti­nha um poder mais formal do que prático. Efetivamente, o poder estava descen­tralizado pelas vilas e municípios, ficando em geral nas mãos dos grandes proprie­tários rurais.
Paralelamente à formação das primeiras vilas, também foi sendo estrutura­da uma administração de âmbito local, a cargo das câmaras municipais, oficial­mente instituídas somente nos municípios mais importantes.
As câmaras eram controladas pelos chamados "homens-bons", representa­dos pelos grandes proprietários de terra, de escravos ou de gado. A atuação ad­ministrativa das câmaras era verdadeiramente ampla, abrangendo diversos seto­res, como o de abastecimento, de tributação, de execução das leis, de relaciona­mento do colonizador com os indígenas etc. Assim, as câmaras municipais cons­tituíam poderosos órgãos da administração local, controlados pela aristocracia rural da Colônia. Nessa condição, opunham-se ao centralismo administrativo, representado pelos órgãos da coroa portuguesa.

Atendendo aos interesses da classe dominante colonial, as câmaras munici­pais assumiam posições autonomistas, passando por cima da autoridade dos fun­cionários e delegados do rei. O poder de fato superava o poder "teórico" da co­roa. Essa situação durou até meados do século XVII.
Terminado o domínio espanhol (1640), Portugal retomou com vigor seus cuidados para com a Colônia brasileira. Em 14 de julho de 1642, foi criado o Conselho Ultramarino, que centralizava as tarefas da ad­ministração colonial. Tinha como objetivo reduzir o po­der e a autoridade das câma­ras municipais e, em contra­partida, aumentar as atribui­ções e o poder dos governa­dores e demais funcionários do rei.
O Conselho Ultramari­no passou, por exemplo, a nomear os juízes que deve­riam presidir as câmaras (juí­zes de fora) dos principais municípios, substituindo os juízes ordinários, eleitos pe­los "homens-bons".


Cotrim, Gilberto
História e consciência do Brasil/
Gilberto Cotrim.- 7ª ed. Saraiva, 1999 - p. 48 e 49


A Constituição outorgada de 1824 (Brasil)




Um sistema eleitoral elitista e fechado
A Constituição de 1824 estabeleceu também o sistema eleitoral, que refletia uma preocupação em fazer do poder político um clube fechado, restrito ao acesso de poucos.
* Eleitores de primeiro grau (eleitores de paróquia) – deveriam ter como pré-requisito a idade mínima de 25 anos e 100 mil réis de renda anual.
Sua função era eleger os eleitores de segundo grau.
Eleitores de segundo grau (eleitores de província) além de satisfa­zer as exigências para os eleitores de primeiro grau, deveriam possuir mais 200 mil réis de renda anual. Sua função era eleger os deputados e senadores.
Estando longe de alcançar esse nível de renda, os escravos e o povo em ge­ral não tinham direito ao voto, sendo-lhes proibido participar das decisões nacionais.
Para serem eleitos, os candidatos a deputados precisavam ganhar a cifra mínima de 400 mil réis anuais, e os candidatos a senador, a soma de 800 mil réis por ano. Desse modo, era bastante reduzido o número de homens habilita­dos a participar do poder político.

Brasil República
A primeira Constituição da república (24 de fevereiro de 1891)
Voto – o direito ao voto foi garantido aos brasileiros maiores de 21 anos, excetuando-se analfabetos, mendigos, soldados e religiosos sujeitos à obediência eclesiástica. As mulheres também não tinham direito ao voto. O voto era aberto, isto é, o eleitor era obrigado a revelar publicamente o candidato em que votou, o que possibilitava aos grandes fazendeiros pressionar os eleitores na hora da votação.

A Constituição de 1934
No dia 16 de julho de 1934, terminou o trabalho da Assembléia e foi pro­mulgada a nova Constituição do Brasil.
Voto secreto - a eleição dos candidatos aos Poderes Executivo e Legisla­tivo passava a ser feita mediante o voto secreto dos eleitores. As mulheres adquiriam o direito de votar. Continuavam sem direito ao voto: analfabetos, mendigos, militares até o posto de sargento, pessoas judicialmente declara­das sem direitos políticos. Criava-se uma Justiça Eleitoral independente pa­ra zelar pelas eleições.
Direitos trabalhistas - reconhecimento dos direitos trabalhistas funda­mentais, como salário mínimo, jornada de trabalho não superior a oito ho­ras diárias, proibição do trabalho de menores de 14 anos, férias anuais remu­neradas, indenização na demissão sem justa causa etc.






O governo ditatorial ( 1937-1945)
Vargas impõe o Estado Novo
A Constituição de 1937
A estrutura jurídica do Estado Novo tinha como alicerce básico a Consti­tuição de 1937, que logo no seu preâmbulo procurava.justificar sua necessidade em função do perigo de guerra civil e do estado de apreensão criado pela infiltra­ção comunista. Para tais males, afirmava ser necessário remédio de caráter radi­cal e permanente. Entre as principais substâncias que compunham esse remédio ditatorial destacam-se:
* prorrogação do mandato presidencial para seis anos;
* nomeação de interventores para a chefia dos governos estaduais;
* proibição de qualquer tipo de greve, que eram consideradas recursos anti-sociais;
* vinculação direta dos sindicatos ao governo;
criação do Conselho de Economia Nacional, que, entre outras funções, deve­ria promover a organização corporativa da economia nacional, emitir parecer sobre todos os projetos governamentais, editar normas reguladoras dos contra­tos coletivos de trabalho etc.;
* criação do Conselho Federal, presidido por um ministro de Estado designado pelo presidente da república. Competia a esse órgão, entre outras funções, su­pervisionar a política externa brasileira (tratados e convenções internacionais). Pág. 277

Constituição de 1946
O Brasil entra na era da democracia
...Depois de sete meses de trabalho legislativo, foi promulgada, em 18 de setembro de 1946, a nova Constituição brasileira. Era uma Carta liberal democrática. Do seu conteúdo, podemos destacar:
* Estabelecimento da democracia como regime político da nação. A forma de governo era a república, a forma de Estado, a federação, e o sistema de governo era o presidencialismo.
* Ao contrário da centralização de poderes, como ocorria no Estado Novo, essa Constituição conferia poderes ao Legislativo, ao Executivo e ao Judiciário para que atuassem de modo independente e com mais equilíbrio de força.
* Voto secreto e universal para os maiores de 18 anos. Continuavam sem direito ao voto os analfabetos, os cabos e os soldados.
* A legislação trabalhista da Era Vargas foi preservada, tendo como novidade a garantia constitucional do direito de greve para os trabalhadores. Manteve­se também o controle dos sindicatos de trabalhadores pelo governo.
* Restabelecimento do mandato presidencial de cinco anos, proibindo-se a reeleição... (P. 288)

Os militares depõem Jango e instalam a ditadura
...Sem condições de resistir ao golpe, o presidente João Goulart deixou Brasília, em 1º de abril de 1964. Jango passou pelo Rio Grande do Sul e, em seguida, foi para o Uruguai como exilado político. Terminava o período democrático. Começa a ditadura militar.

A ditadura militar
A queda de João Goulart significou o fim do período democrático e o início da mais longa ditadura de nossa história. Foram 21 anos sob a dominação dos militares, que colocaram no poder cinco generais-presidentes: Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e Figueiredo. Uma página negra na história política brasileira, que revela uma sociedade calada pela força dos armas; cassada em seu direito de voto, censurada em todas as suas manifestações. Um período em que o Brasil teve muitos de seus filhos torturados e mortos pela violência dos órgãos de repressão. Em termos econômicos, a ditadura militar adotou um modelo de desenvolvimento dependente, que subordinava o país ao interesse, ao capital e à tecnologia estrangeiros. Foi a época do “milagre brasileiro", em que se gastavam bilhões de dólares em obras faraônicas. Financiava-se o desenvolvimento do país sem atenção ao avanço social do povo. Ao fim da ditadura, o Brasil estava mergulhado numa das maiores crises econômicas e sociais de sua história. As pressões populares exigindo a volta da democracia manifestavam­se com crescente vigor. Veio a abertura política.

O Brasil contemporâneo
Com a agonia do regime militar, o Brasil caminhou para a vida democrática. Veio a anistia, caiu a censura, foram criados novos partidos e organizaram-se grandes comícios exigindo Diretas-já para presidente da república. Através de manobras dos políticos ligados à ditadura, impediu-se a realização das eleições diretas. Tancredo Neves, candidato da oposição moderada, foi eleito, indiretamente para presidente, mas adoeceu doze horas antes da posse, vindo a falecer dias depois. Em seu lugar, assumiu o vice-presidente, José Sarney, antigo colaborador do regime militar. O país tinha a maior divida externa do mundo, e a inflação explodiu de vez. Apesar de tudo, a democracia sobreviveu. Vieram a Constituição Federal de 1988 e a eleição livre para presidente. O poder foi para as mãos de Fernando Collor, que se elegeu pregando o combate à corrupção. Ironicamente, a mesma bandeira contra a corrupção foi responsável pelo impeachment de Collor, dois anos depois. Assumiu, então, o vice-presidente, Itamar Franco. Mas o Brasil ainda espera decisões políticas à altura dos seus imensos desafios.

A Constituição de 1988
Direitos políticos
A Constituição estabelece que o alistamento eleitoral e o voto são:
. obrigatórios para os brasileiros maiores de 18 anos;
. facultativos para os analfabetos, para os maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos.
Os analfabetos e os jovens com 16 ou 17 anos, embora possam votar, não podem ser eleitos para nenhum cargo político. Pág. 331






Cotrim, Gilberto
História e consciência do Brasil/
Gilberto Cotrim.- 7ª ed. Saraiva, 1999 - p. 229 e 230



domingo, 13 de setembro de 2009

Etimologia

Continentes
Continente é uma massa de terra coberto por diversos tipos de vegetações e cercado por água.

Europa
Segundo a mitologia grega, Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, deus-rei do Olimpo.
Durante a Era dos Descobrimentos foi chamado de Velho Mundo
( http://pt.wikipedia.org/wiki/Continente )

América
Martin Waldseemüller (Friburgo, Alemanha, circa 1475 - Lorena, França, 1522) foi um humanista,geógrafo e cartógrafo, cujo planisfério foi, em 1507, o primeiro a mostrar o continente americano. Em 1507 trouxe à luz o primeiro mapa em que figura o nome "América", para designar o até então denominado "Novo Mundo", de que existe um exemplar na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos da América.
...a razão de ter dado o nome de América, tendo como apêndice uma tradução latina das quatro jornadas do navegador florentino Américo Vespúcio. http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Waldseemüller

Ásia
O termo "Ásia" foi recebido pela língua portuguesa através do latim, a partir do grego antigo Ασία. O primeiro registro do topônimo é encontrado em Heródoto: em cerca de 440 a.C., aquele historiador grego mencionava a uma divisão do mundo em três partes, cujos nomes referiam-se a personagens da mitologia grega: a Europa, em homenagem à ninfa oceânida ou à filha de Agenor; a Líbia (que é como os gregos antigos chamavam a África), em homenagem à mãe de Agenor; e a Ásia (Ασία), em homenagem a outra ninfa oceânida, mais conhecida como Clímene. À época, o termo Ásia servia para designar a atual Ásia Menor (Anatólia) ou, por oposição ao mundo grego ou egípcio, o Império Persa. O termo Ασία, por sua vez, pode ser derivado do acádio w)aṣû(m), que significa "subir", "sair", com respeito ao nascer do sol.
Outra explicação para a etimologia refere-se a Homero, que menciona na Ilíada um certo Asios, aliado dos troianos e filho de Hírtaco. O nome "Asios" proviria de Assuwa, uma confederação de Estados do século XIV a.C. localizada no oeste da Anatólia e cujo nome teria origem no hitita assu, que significa "bom".
http://nikkeypedia.org.br/index.php/Asia

Oceania

África
Antártida

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Você sabia?









O medo da água
Durante toda a Idade Média, acreditou-se que tomar banho fazia mal às pessoas porque a água abria os poros da péle. Segundo as crenças da época, isso era muito perigoso: estando os poros abertos, as doenças, que pairavam no ar, podiam entrar no corpo da pessoa, fazendo-a adoecer. As pessoas que tinham de tomar banho eram aconselhadas a ficar um ou dois dias em casa após o banho para não adoecer. (Projeto Araribá: história / obra coletiva)
A origem da peste negra

Estudos independentes realizados pelas universidades de Liverpool e Sheffield, ambas na Inglaterra, questionam o que se afirmou até agora sobre a origem da peste negra. Segundo esses estudos, o principal agente retransmissor da peste foi o ser humano por meio do contato físico, e não o grande número de ratos e pulgas. A peste teria se originado no Egito, e não na Ásia. (Projeto Araribá: história / obra coletiva)

A saúde dos povos dos sambaquis

Os primitivos habitantes do litoral de Santa Catarina tinha uma qualidade de vida invejável.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores levaram em consideração a estatura média, a saúde dos dentes, as infecções ósseas e as lesões nas articulações de mais de 12 mil esqueletos humanos. A análise dos esqueletos de diversos sambaquis catarinenses revelou que esses habitantes tinham poucas cáries e não sofriam de lesões causadas por carência de ferro no organismo. (Projeto Araribá: história / obra coletiva)
A origem da moeda

As primeiras moedas foram cunhadas no século VII a.C., na região da Lídia, onde hoje está a Turquia. Cunhar as moedas significava marcar os metais com um símbolo da autoridade responsável, indicando que a quantidade de metal contida na moeda tinha sido devidamente pesada e conferida. Uma vez adotada na Lídia, a moeda logo foi introduzida no mundo grego. Em cada Cidade-estado a própria comunidade de cidadãos cunhava as moedas, demonstrando a independência da polis. (Projeto Araribá: história / obra coletiva)
Os sinos ( A vida cotidiana nas cidades mineiras)
Os sinos das igrejas eram um meio de comunicação entre as irmandades e a população. Usando códigos sofisticados, suas badaladas anunciavam toda a sorte de acontecimentos, como a morte de um rico comerciante, o nascimento do filho de uma pessoa ilustre, o sexo do recém-nascido, etc. (Projeto Araribá: história / obra coletiva)
O destino do ouro brasileiro
"O ouro do Brasil passava apenas por Portugal, indo fundear em Inglaterra, em pagamento da farinha e dos gêneros fabris com que ela nos alimentava e vestia. A indústria nacional constava de óperas e devoções. O português só sabia ser lojista; todo o comércio externo estava na mão dos ingleses, principalmente, e de italianos. Por isso, nem todo o ouro do Brasil chegou, a dívida nacional cresceu, e se Lisboa quis deixar de morrer à sede, teve de pagar com um imposto especial a construção do seu aqueduto." MARTINS, Oliveira, História de Portugal. Lisboa:
IN/CM,1988. (Projeto Araribá: história / obra coletiva)
O aleijadinho

"Por ser mulato, o Aleijadinho não podia freqüentar as igrejas destinadas aos brancos. Mas [...] todas as irmandades queriam que ele projetasse e decorasse suas igrejas. [...]
Em vez do mármore europeu, o Aleijadinho usava, em suas esculturas, matéria-prima brasileira: a pedra-sabão da região de Minas Gerais.”
REGO, Lígia; BRAGA, Ângela. Antônio Francisco
Lísbo: o Aleijadinho. São Paulo: Moderna,
1999. p.15 (Mestres das Artes no Brasil) (Projeto Araribá: história / obra coletiva)
O relógio de ouro

Em geral, nas fábricas, os operários eram impedidos de entrar com relógios, cabendo ao supervisor avisar a hora de terminar o trabalho.
Daí criou-se a prática de presentear o trabalhador disciplinado, quando ele se aposentava, com um relógio de ouro como reconhecimento por seu esforço. É como se o dono da fábrica devolvesse ao operário o controle sobre seu tempo.
Projeto Araribá: história / obra coletiva,
Concebida, desenvolvida e produzida pela Editora
Moderna; editora responsável Maria Raquel
Apolinário Melani. – 1. ed. – São Paulo: Moderna,
2006.

Sal, não!

Alguns grupos de africanos recusavam-se a comer alimentos salgados. Eles preparavam alimentos temperados com pimenta e outros condimentos, mas não utilizavam sal. Segundo certos estudiosos, essa recusa estaria ligada ao fato de o sal marcar o início do período de escravidão dos africanos.
Assim que chegavam ao Brasil, eles eram batizados, para tornarem-se cristãos. Durante a cerimônia, comiam sal. Ciência hoje 2ª edição maio de 2008 - p. 15

D. Maria I (rainha de Portugal 1777 a 1792) casou-se com um de seus tios, algo comum na época: a nobreza casava-se entre si para manter a família dentro dos mesmos laços e não ter de dividir o poder e a coroa. Dizem, porém, que ela não tinha outro pretendente e não queria casar-se. Será? Ciência hoje 2ª edição maio de 2008 - p. 9

A educação espartana
Trecho da obra de Plutarco
Quando uma criança nascia, o pai não tinha o direito de criá-la: devia levá-la a um lugar chamado lesche. Lá assentavam-se os Anciões da tribo. Eles examinavam o bebê. Se o achavam bem encorpado e robusto, eles o deixavam. Se era malnascido e defeituoso, jogavam-no [ em um abismo]. Julgavam que era melhor, para ele mesmo e para a cidade, não deixar viver um ente que, desde o nascimento, não estava destinado a ser forte e saudável [...] (Plutarco. A vida de Licurgo. Em: Jaime Pinsky. 100 testos de história antiga. São Paulo, Contexto, 1998.p.108-9.)
Piletti, Nelson
História e vida integrada : livro do professor /
Nelson Piletti, Claudino Piletti. -- Nova ed. reform.
e atual. -- São Paulo : Ática. 2005 - p.120
Ao longo da História, muitos viram em Esparta um modelo de Estado ideal. Hitler, que implantou na Alemanha em 1933 um regime totalitário, tinha verdadeiro fascínio pelos espartanos.

O nome Grécia vem do latim graeci, nome com que os latinos denominavamcerta tribo helênica. Mais tarde, o termo passou a ser usado para designar todas as tribos da região.
A democracia em atenas tinha seus limites, pois somente cerca de 10% da população gozava da cidadania. Nessa mesma época, a maioria das cidades gregas possuíam regimes aristocráticos e autoritários.
Renato Mocellin
para compreender a
HISTÓRIA
Curitiba, 1ª edição, 2004
POSITIVO
O IMPÉRIO ROMANO (escravidão)
Você sabia que ainda existe trabalho similar ao escravo no Brasil? Para você ter uma idéia, em 2001, 1600 traba­lhadores foram resgatados dessa situação por operações conjuntas da Polícia Federal e de fiscais do Ministério do Trabalho.
A comissão Pastoral da Terra, órgão ligado à Igreja católica brasilei­ra, estima que só na Amazônia, no período de pico de limpeza de pasto entre 8 mil e 12 mil trabalhadores são submetidos ao regime de escravidão. Com esse mesmo regime ainda hoje funcionam algumas carvoarias do país.
A escravidão em Roma era uma prática comum nos latifúndios. Os escravos romanos produziam a riqueza dos grandes proprietários de terras, que podiam dispor dos escravos como bem entendessem. Pois bem, o trabalho escravo, hoje no Brasil, não é o mesmo da época dos romanos. Como você deve saber, a escravidão aqui é contrária à lei, combatida pela polícia e ina­ceitável para toda a sociedade. Já na Roma antiga, no final da repúbli­ca e durante o império, a escravidão era permitida por lei. Mais que isso: era estimulada pelos órgãos de governo.
Na Antiguidade, várias sociedades utilizaram a mão-de-obra escra­va, mas nenhuma delas teve tantos escravos como a sociedade roma­na. O Império Romano dependia do trabalho escravista. Sem os escra­vos, certamente, os romanos não teriam construído o seu vasto e pode­roso império.
Mello, Leonel Itaussu de A.
Construindo consciências: história, 5ª série /
Leonel Itaussu de A. Mello & Luís César Amad Costa.
- 1. Ed. – São Paulo: Scipione, 2006. – (Construindo
Consciências) Pág. 160
Uma herança dos índios
As características dos nativos da Terra do Fogo eram muito similares às dos que povoavam a Patagônia. Entretanto, por se tratar de um arquipélago, a maioria dos povos daquela região era formada por pescadores e não caçadores. As tribos costumavam sair em busca de alimentos em pequenas embarcações a remo, o que lhes permitia navegar pelos canais e fiordes com relativa segurança.
Era necessário entrar na água para atacar as focas, presas favoritas pelo seu alto aproveitamento: as peles eram usadas para revestir as embarcações, enquanto a carne era a base da alimentação.
Curiosamente, utilizavam a gordura do animal para revestir o corpo e ter, assim, uma película que o
Impermeabilizava. Apesar do clima inóspito, os índios locais viviam nus. Com o corpo besuntado de graxa, resistiam às baixas temperaturas das águas locais.
Quando a expedição de Magalhães chegou à margem norte do Estreito, observou que, na margem sul, várias fogueiras permaneciam acesas dia e noite. A expedição ousou chamar as terras do outro lado do estreito de Terra dos Fogos ou Terra do Fogo. Não imaginaram que estavam batizando para sempre o arquipélago.
Jornal: A NOTÍCIA
TERÇA-FEIRA, 10 DE NOVEMBRO DE 2009/3

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Professores

Objetivos gerais do ensino de História


Os objetivos do ensino de História desta coleção atendem tanto à ne­cessidade de desenvolver competências intelectuais quanto à tarefa de formar cidadãos para uma vida solidária e democrática.

Compreender as características da sociedade atual, identificando as rela­ções sociais e econômicas, os regimes políticos, as questões ambien­tais, comparando-as com as características de outros tempos e lugares.

Construir uma idéia clara dos acontecimentos e de sua sucessão no tempo.

Localizar os acontecimentos no tempo e relacioná-las segundo critérios de anterioridade, posterioridade e simultaneidade.

Questionar a realidade atual, identificando os principais problemas e apresentando propostas de solução, considerando seus próprios limi­tes e possibilidades.

Valorizar o patrimônio sociocultural e respeitar as diferenças entre as pessoas, os grupos e os povos, considerando-as um elemento impor­tante da vida democrática.

Desenvolver uma atitude de solidariedade e compromisso social, valo­rizando a justiça e os direitos fundamentais do ser humano.
Valorizar a paz como forma de solução dos conflitos.

Desenvolver a competência leitora, aprendendo a observar, interpretar e emitir opiniões sobre diferentes tipos de textos, contínuos ou descontínuos.
Projeto Araribá: história / obra coletiva,
Concebida, desenvolvida e produzida pela Editora
Moderna; editora responsável Maria Raquel
Apolinário Melani. – 1. ed. – São Paulo: Moderna,
2006.

domingo, 19 de julho de 2009

Filmes


6º ano ( 5ª Série )
A GUERRA do fogo. Dir.: Jean-Jacques Annaud. FRA/ Can, 1981
A PRÉ-HISTÓRIA e as primeiras civilizações. Dir.: Sérgio Baldassarini Júnior. Brasil, 1994. ( A história da humanidade 1).
2001 - UMA ODISSÉIA no espaço. Dir.: Stanley Kubrick, 1968.
MISTÉRIOS DA HUMANIDADE. dIR.: bARBARA jAMPEL. eua, 1988.
egito: em busca da eternidade. The National Geographic Society. EUA, 1983.
A QUEDA do Império Romano. Dir.: Anthony Mann. EUA, 1964.
ÁTILA, o huno. Dir.: Richard Lowry. EUA, 2001.
BEN-HUR. Dir.: WilliamWyler. EUA, 1959.
O MANTO sagrado. Dir Henry Coster. EUA, 1953,

7º ano ( 6ª Série )

8º ano ( 7ª Série )
Unidade 1
AS LOUCURAS do Rei George. Dir.: Nicholas Hytner. ING, 1994.
CROMWELL. Dir.: Ken Hughea. ING, 1970.
ELIZABETH. Dir.: Shekhar Kapur. ING, 1998.
O OUTRO lado da nobreza. Dir.: MIchael Hoffman. EUA,1994.
O PATRIOTA. Dir.: Michael Mann. EUA, 1992.
SHAKESPEARE apaixonado. Dir.: Johan Madden. EUA,1998.
VATEL - um banquete para o rei. Dir.: Roland Jaffé. FRA, 2000.
Unidade 2
CHICO Rei. Dir.: Walter Lima Júnior. BRA, 1987.
GREGÓRIO de Mattos. Dir.: Ana Carolina. BRA, 2002

Unidade 3

OLIVER Twist. Dir.: Roman Polanski, ING/FRA/ITA, 2005

TEMPOS modernos. Dir.:Charles Chaplin, EUA, 1936.

Unidade 4

AMADEUS. Dir.: Milos Forman. EUA, 1984

A NOITE de Varennes. Dir.:Ettore Scola. ITA/FRA, 1981

CATARINA, a Grande. Dir.: Marvin J. Chomsky. EUA, 1994.

DANTON, o processo da Revolução. Dir.: Andrzej Wajda. FRA. 1982.

FARINELLI. Dir.: Gérard Corbiau. Bel/ITA/FRA, 1994.

O OUTRO lado da nobreza. Dir.: Michael Hoffman. EUA, 1995.

Unidade 5

CORONEL Chabert. Dir.: Yves Angelo. FRA, 1994.

GUERRA e paz. Dir.: King Vidor. EUA/ITA, 1956.

NAPOLEÃO. Dir.: Yves Simoneau. ALE, 2002.

OS DUELISTAS. dIR.: rIDDLEY sCOTT. eua, 1977.

Unidade 6

Unidade 8
ANAHY delas Misiones. Dir.: Sérgio Silva. BRA, 1997.
GAIJIN, os caminhos da liberdade. Dir.: ]izuka Yamasaki. BRA, 1980.
GUERRA do Brasil. Dir: Slvio Back. BRA, 1987.
MAUÁ, O imperador e o rei. Dir.: Sérgio Rezende. BRA, 1999.
O QUATRILHO. Dir.: Fábio Barreto. BRA, 1996.

9º ano ( 8ª Série )
A CAMINHO de Kandahar Dir.: Mohsen Makhmalbaf. IRA, 2001
A ETERNIDADE e um dia Dir.: Theo Angelopoulos GRE/FRA/ITA,1998
ANTES da chuva. Dir Milcho Manchevski FRA/ING/MAC,1994.
CIDADE de Deus Dir.: Fernando Meirelles BRA,2002.
CENTRAL do Brasil. Dir.: Walter Sales. BRA, 1998
EM NOME do pai. Dir.: Jim Sheridan IRL/ING/EUA,1993.
ILHA das flores. Dir.: Jorge Furtado, BRA 1989.
PÃO e rosas. Dir.: Ken Loach. ING, 2000.
TERRA estrangeira Dir.: Walter Sales. BRA/POR, 1995.
TIMOR Lorosae o massacre que o mundo não viu. Dir.: Lucélia Santos. BRA, 2001.
TRAFFIC. Dir.: Steven Soderbergh. EUA, 2000.
TERRITÓRIO Comanche. Dir.: Gerardo Herrero. ARG/ESP, 1997.
UM TIRO para Andy Warhol. Dir.: Mary Harron. EUA,1996.

Projeto Araribá: história / obra coletiva,
Concebida, desenvolvida e produzida pela Editora
Moderna; editora responsável Maria Rauel
Apolinário Melani. – 1. ed. – São Paulo: Moderna,
2006.